ITAQUI GRANDE DO SUL

Local para cantar, elogiar, divulgar não só a terra do Itaqui, mas principalmente sua gente, aqueles que construiram uma união que gerou o município que temos hoje embora muitos governos tentem destrui-lo.

sexta-feira, 23 de março de 2007

TERRA XUCRA


Alguns trechos escritos por Manoelito de Ornellas:

Dedicatória

À memória imperecível de meus pais Anna Guglielmi d'Ornellas e ManoeI Pedro d'Ornellas e de meus irmãos Maria, Humberto e Adeodato; à Antonieta e ao Gaspar, ainda companheiros da longa caminhada; ao ltaqui, minha terra xucra, pelas imagens de sonho e beleza, de seu Rio e de seus campos; a todos os que, como eu, começaram na luta mais árdua da pobreza; a quantos me deixaram um pouco de calor humano, na compreensão e no afeto, e também àqueles que me procuraram perturbar a Paz ou arrebatar da mesa o pão sagrado de todos os dias, sem consciência do bem que me faziam,
- êste livro.
Setembro. de 1968

umbral
Não sei medir o tempo em que meu espírito vacilou, entre a íntima e profunda solicitação destas páginas e a suposição, também íntima, de sua inútil resultância. Nunca escrevo para satisfazer vaidades nem incompreensões medíocres. Escrevo por necessidade interior, pelo desejo de me comunicar com outros seres humanos. Amadureci, na vida. Eufemismo? Mêdo de dizer: envelheci? Não; apenas a sutil diferença dos vocábulos. Nem sempre se amadurece, ao envelhecer, ou nem sempre se envelhece amadurecido.
Uma das razões da controvérsia estaria no desejo de chegar àquela plenitude de espírito em que nos libertamos da fácil eloqüência, para ficarmos na síntese dos fatos e na usança das palavras indispensáveis; na frase sem ouropéis, como a veste de uma camponesa: limpa, colorida, sem rendas e adereços, bela nas linhas que o próprio corpo modelou.
.............................

............................

Este livro não é um livro de estórias inventadas; não é ficção; é real e, por isso mesmo, às vêzes duro. Mas nêle há de estar sempre, quase sempre, a poesia, a poesia que me encheu de consôlo as horas tristes, a poesia que me veio da luz dos amanheceres luminosos, dos crepúsculos soberbos, da tristeza passageira, da morte que passou pelo mundo feito de meus amôres, das horas felizes, que foram tantas, do amigo que permaneceu no tempo, da gratidão que me chegou numa rosa, do sorriso doce de minha Filha, do carinho bem-amado da Companheira e da presença do Cristo, na figura do Divino Amigo, invisível, a sorrir na carnadura milagrosa de uma flor ou na beleza de uma nota musical, harmônica, sublime e pura, vibrada em meio da chocante gargalhada, de um imenso manicômio, que é o mundo.
Trabalhei a nobre matéria com que a abelha fabrica o mel e ordena os panais de suas colméia e, como a abelha, usei da fortuna encontrada no erário das flôres.
O resto, que me fica a contar, virá a seu tempo, nas páginas futuras. Agora, começa a estória do menino pobre do Itaqui, no cenário das belezas naturais e nos dramas agrestes de sua Terra Xucra...

o menino pobre do itaqui

Quando penso na infância longínqua, a paisagem mais constante da memória é a de uma cidade pequena, de casas com telhados baixos, de longos beirais, à margem de um rio largo e azul, todo cheio de barcos e pescadores.
Na margem oposta, outra bandeira tremulava na Alfândega e outra língua era falada pelo povo. Alvear, com suas casas de tecidos finos e bazares ricos, era, para meus olhos, o sonho e a fantasia. Quando o barco regressava da viagem, ao entardecer, com os remos a domar as correntezas do centro, às vêzes violentas, pelos redemoinhos, Itaqui era a restituição do mundo real, palpável, já descoberto em todos os segredos. Coisas que de tanto ver, já não reparava mais. E uma tristeza me invadia os olhos e o coração, embora trouxesse, nos bolsos, as pequeninas bolitas de cristal, rajadas de côres, belas como caramelos ou como gôtas d'água pura. Voltava rico e, aquilo era, para mim, a extravagância mais luxuosa.
À noite, punha ao lado da cabeceira a caixa com as luminosas esferas de vidro e guardava meu tesouro com a mão pousada sôbre êle.
.............................................
...............................................
Quando, pelas manhãs, rumava ao Colégio de Dona Altina, fazia a volta pelo Pôrto, para ver as barcaças, as chalanas, as faluas carregadas de laranjas rubras. O doce perfume das frutas maduras subia do rio, enquanto os cestos, de imbira, grávidos, saíam aos ombros dos vendedores, que acordavam a cidade inteira com seus pregões: "- Laranja! Laranjinha! Tangerina!"
.................................................
...................................................
À tarde, o clarim do Regimento. E era justamente à hora em que, mudadas as roupas salpicadas de barro, cobertas de poeira, depois do banho denso de chuva, íamos fazer a ronda, nas calçadas largas, cobertas de cadeiras de palha e de balanço, onde os velhos esperavam a noite, enquanto nós olhávamos as tranças sedosas das meninas, com as fitas coloridas, em laço, pendente das pontas, sôbre o peito. Nas noites de lua, formávamos batalhões com espadas de taquara e polainas dos invólucros de palha das garrafas de vinho "Adriano Ramos Pinto" que vinham de Portugal.
Desfilávamos em garbo marcial, à frente da casa de Dona Júlia Fábrega, porque nossos olhos pousavam nas meninas mais belas da cidade. E, da calçada ampla, povoada de cadeiras de vime e de balanço, tôdas nos olhavam, em êxtase.
Valdíria, que fêz a vida dos teus cachos de ouro, de tua infância ilustrada pelo riso mais aberto, que enchia de covinhas travêssas as rosadas maçãs de teu rosto?

o baile azul
De tempos em tempos a sociedade vibrava com uma espectativa: a vinda de Buenos Aires, para o Teatro Prezewodoski, de uma companhia de zarzuelas ou de operetas, que havia marcado época na capital portenha. Do litoral, ou centro do Brasil, nada ou quase nada chegava à faixa da fronteira, onde se situa Itaqui. Do outro lado, a Argentina contava com todos os meios de cultura, inclusive com uma estrada de ferro, de bitola larga.
Na memória do menino que cumpriu larga etapa de sua vida, por caminhos do Mundo, palpita ainda a saudade do tempo perdido, saudade, "êsse mal de que se gosta e bem que se padece", como dizia o velho Francisco Manoel de Mello.
Revejo minha cidade comentando nas esquinas, nas janelas baixas de ombreiras de pedras caneladas, nas alcovas, nos salões, nas cozinhas, nos clubes, nas vendas, nas farmácias, em tôda parte, o acontecimento marcado no tempo, há largo tempo, como promessa de vida na secura de um deserto. A data estava assinalada em côres em tôdas as folhinhas que vinham das "tiendas" de Alvear, estampadas com panoramas de Buenos Aires, e a hora prometida já palpitava em todos os relógios. No Teatro Prezewodoski seria realizado um "baile azul", em que todos os vestidos seriam dessa côr.
.................................................
................................................
O dia, porém, chegou. Ao amanhecer, uma dúzia de foguetes, queimados à frente do Teatro anunciava, aos quatro cantos da cidade, como alvorada, que o grande dia amanhecera. Alguém comentava: "que pena que o dia chegou, pois o bom foi viver êstes três meses, da expectativa, dos sonhos, das ilusões e das esperanças. Um poeta da terra tecera um "Sonêto Azul", "em gabação", com "pena de ouro", à maneira de Castro Alves, "nas lâminas do céu!" Era lustroso nas palavras, como a sêda ou o cetim.
Um carreiro de formigas humanas começou a transportar, da casa de Dona Sinhá Rodrigues para a grande mesa de doces situada no palco do teatro, a confeitaria mais rica da cidade: os bolos vistosos, revestidos da neve dos merengues, cobertos de confeitas côr de prata, azuis, vermelhos, amarelos; pudins que se enfileiravam, ligados por correntes de fios de ovos, à maneira de guirlandas; quindins, bom-bocados e papos-de-anjo, tudo aquilo que nos fazia a delícia dos olhos amoráveis e do paladar espicaçado.
Pratos de porcelana, pratos de cristais, bandejas de prata, de Sévres e Limoges, tudo deixou, nesse dia, o fundo dos guarda-louças preservados à chave. Passava aquela Procissão de novas Pan-Atenéias, sob os olhos ávidos do povo, deixando uma promessa de felicidade nos expectantes. O que consolava era o "logo mais. . ." E o "logo mais" era como um plano estratégico de assalto, uma declaração expressa de beligerância.

por que prezewodoski?

Itaqui foi o pôrto fluvial escolhido como base de uma fIo- ti lha da nossa Marinha de Guerra, no Alto Uruguai, no último quartel do Século XIX. Muitos nomes ilustres da nossa Armada passaram por ali. Vinham os jovens oficiais, apenas saídos da Escola Naval e, quase sempre desposavam as meninas itaquienses. A sociedade local beneficiou-se, em muito, dês se convívio, sendo, na época, talvez, a nossa cidade a única do Rio Grande do Sul com um nível social e cultural de alto porte. A casa de meu pai era um centro de permanência de muitos dêles. Recordo que meu pai destacava sempre a lembrança de um grande amigo: o Capitão de Fragata Dámaso de Novais.
Itaqui, fechado numa bôlsa geográfica da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, era como um departamento estanque, sem meios de comunicação e transporte, sem rodovias e com uma precaríssima estrada de ferro, circunstâncias que o isolavam da comunhão rio-grandense. Sua vida, no que tangia à cultura, teatro, música, modas, livros, era um reflexo de Buenos Aires, centro máximo da civilização sul-americana da época. Daí, então, o nível social e cultural de minha terra. A juventude da cidade afluía ao quartel ou ao Arsenal, de onde a carreira brilhante de muitos itaquienses na vida das armas brasileiras.
...............................................................
.....................................................................
A flotilha obedecia ao comando do Capitão-de-Mar-e-Guerra Prezewodoski, quando o médico de bordo da nossa Armada visitou a cidade argentina de Alvear. Um incidente de menos monta, em que se viu envolvido o médico, na Alfândega correntina,! provocou a violência das autoridades do país, que prenderam, incomunicável, o oficial brasileiro, portando o uniforme da nossa Marinha de Guerra. Prezewodoski recebeu a notícia com desagrado e solicitou às autoridades da Alfândega de Alvear, explicações. Não lhe deram resposta. Exigiu a devolução do médico a Itaqui, com a nota da ocorrência, para a punição, se necessária ou imperativa. Não lhe deram resposta. Prezewodoski não vacilou: mandou levantar ferros na návea capitânia e ancorou tôda a flotilha brasileira em águas argentinas!
Já não solicitou mais satisfações; exigiu a devolução do oficial brasileiro.
Também o silêncio foi a resposta. Prezewodoski mandou que a canhoneira nacional disparasse, por cima da cidade de Alvear, três tiros de advertência. Imediatamente, em tôda a cidade flabelaram panos brancos. Prezewodoski esperou. E logo depois, numa lancha oficial, o médico brasileiro era entregue ao escaler da nossa Armada. Prezewodoski mandou que a Banda Naval, no tombadilho, executasse o Hino Brasileiro e, isso, dentro das águas argen- tinas. Duas horas após, os portos eram fechados, de lado á lado, e ambos os governos trocavam notas diplomáticas.

O Solar
A casa grande da Praça era o meu mundo: o melhor dos mundos, do qual fui expulso, antes de conhecer o pecado e sem justificar, na pura inocência, o esbulho cruel. Dela fui exilado, não como o anjo revel, mas como o inocente imolado no melhor de seu sonho, roubado no seu pequeno universo de fantasias.
Quando deixei a Casa Grande, fui viver numa outra mais modesta do Cêrro, próxima à chácara do Ventura, em que improvisamos nossos campos de mistérios e assaltos, à maneira dos contos de gesta, de cavaleiros nativos que arrebatavam dos ricos, para dar aos pobres. Alguns celebrados no cancioneiro popular:

O esbulho

Os Italianos de Itaqui
Depois da primeira metade do século XIX, vieram para Itaqui muitas famílias procedentes da Itália. Eram imigrantes que haviam chegado à Argentina para ficar, mas, seduzidos pela crônica que se fazia, então, da fronteira do Brasil com aquêle país, de campos fecundos e cidades que prosperavam, carentes de braços e agricultores, preferiram tentar a vida no Rio Grande do Sul. E escolheram a cidade do Itaqui, famosa pelo alto nível de sua vida social e com a flotilha da Armada Brasileira, que emprestava à cidade colorido especial.
..................................................
...................................................
Recordemos os nomes de alguns, cujos descendentes estão vivos na história política, cultural, científica e econômica do Rio Grande do Sul: Degrazzia, Mondadori, Moretti, Ruffoni, Piffero, Schinini, Cacciatore, Minoggio, Piantá, Bonapace, Bonetti, Bonorino, Calvani, Cocaro, Passamani, Sestini, Rossi, Cocolichio, Ferroni, Piagetti, Ferrare, Carmanin, Necchi, Aquis- tapace, Caccia, Gondola, Pezzi, Julianni, Cremonti, Cioca, Ca- piotto, Contursi, Recagno, Delamora, Bado, Fossari, Caravelli, Francioso, Amendolea, Musachio, Boccacio, Plechole, Messina, Cafarate, Arispe, Biasqui, Cattani, Meziza e Guglielmi. O Guglielmi é meu.

Meu avô Italiano
O Cêrro
O êxodo
No pampa
Aceitação do destino
O romance de meu avô português
Nos desertos da fronteira
Terra xucra

Agora, meu pai voltava aos campos, deixando a cidade. O retôrno era bem diferente da partida. Voltava qual a Barca de Gleire com os velames de seus sonhos em farrapos.
Estávamos, em pleno campo, no coração daquelas terras onde, por muito tempo, correram os inquietos guaranis, na caça dos rebanhos chimarrões, que espantaram os olhos europeus de Saint-Hilaire, no centro geográfico daquelas extensões e latifúndios que a Espanha cobiçou e os exércitos de Solano Lopez invadiram, mas, por onde passaram os grossos tacões das botas dos missionários de São Borja, de São Lourenço, de São Miguel e La Cruz.
Terra de poucas culminâncias mas de muitas histórias. Rincão bárbaro, teatro de duelos a facão. Estradas mal delineadas, em que as cruzes crioulas dos heróis de anônimas peleias, bordavam de referências os campos.
"Daqui a cinco léguas, além da Cruz de ferro do Espinilho". E o pampa era um rosário de cruzes, ladainha pagã de nomes que a memória dos galpões conservavam, alguns celebrados nas "décimas" da gesta. A vinte ou vinte e cinco léguas da cidade; vida primitiva, a animar-se em tôrno de rebanhos, de poucas lavouras e de muitas peleias, onde a honra estava no aço espelhado numa adaga........................

Duelo de facão
A carreira grande
No encontro do mundo
Na casa de meu tio
No microcosmo do ginásio
De retorno
Na querência
A primeira aventura
Uma fortaleza e Euclides da Cunha
Um ginásio no pampa

Inglês Macedo assim se chamava Domingos Riopardense de Macedo, homem de temperamento violento mas de gestos de solidariedade humana, vítima de sua cólera e de seus brios, sugeriu ao meu pai uma idéia que êle esposou: aproveitar a parte desocupada do velho solar da Bela União e ali formar um Internato, entregue a um grande professor, que instruiria os filhos de fazendeiros que não queriam deixar a "querência", pela cidade.
A idéia vingou. O Internato surgiu. Meu pai trouxe, de Itaqui, um estranho professor para nós. Era austríaco. Formado em Innsbruck. Alto, de barbas louras, parecia um príncipe da Casa dos Habsburgos. Chamava-se Carlos jerlan.
Em tôrno dêle, muitas lendas surgiram. Dizia-se até que era ligado à casa imperante da Áustria. Duas verdades se apuraram: era bacharel da Universidade de Innsbruck e pertencente a uma família fidalga do Tirol.
Permaneceu algum tempo conosco. E, num dia qualquer, despediu-se, levando sua pequena bagagem, seu sobretudo de pano negro e sua pasta de couro, onde eram vistas as armas de sua casa nobre. Foi meu professor de matemática e meu professor de alemão. Com êle, aprendi muito da literatura germânica. Fêz-me ler Goethe, traduzido por êle, e traduzia-me Schlegel, crítico e poeta, falecido em Dresde.

Capataz de uma fazenda
Benedito
A fôrça da esperança
O rodeio
A tropa
Uma estória com pedro moacir
Meu dom segundo sombra
Onde aparece um misterioso amigo chinês
Uma tragédia vulgar
Um pouco de poesia
Começo de um pequeno calvário
Um encontro com a história
Cinamomos e hermann hesse
Na minha cidade
Como um raio
A vida recomeça
A doma
O velho rapsodo
A transplantação

Clique aqui e leia sobre O DEBATE HISTORIOGRÁFICO ENTRE MOYSÉS VELLINHO E MANOELITO
DE ORNELLAS

4 comentários:

Bruno Carmanin disse...

Obg mesmo, encontrei o nome da minha família de parte paterna, que chegaram da Itália para Itaqui-RS. Minha vó Tereza Carmanin contou-me sua História e eu como estudante de História não iria deixar de pesquisar!!!

Petrugenio disse...

Soy de Alvear, y mi bisabuelo era primo de Manoelito, se llamaba Pastor Guglielmi. Realmente me llena de una profunda alegría poder leer estos fragmentos tan caros a nuestra tierra, al río Uruguay y a la frontera. Un saludo fraterno a todos los vecinos itaquienses!

Anônimo disse...

top [url=http://www.c-online-casino.co.uk/]uk online casino[/url] check the latest [url=http://www.realcazinoz.com/]casino bonus[/url] unshackled no set aside bonus at the chief [url=http://www.baywatchcasino.com/]no deposit bonus
[/url].

Anônimo disse...

[url=http://www.casino-online.gd]casino[/url], also known as accepted casinos or Internet casinos, are online versions of established ("slice and mortar") casinos. Online casinos franchise gamblers to filch up and wager on casino games from start to dispatch the Internet.
Online casinos typically enunciate odds and payback percentages that are comparable to land-based casinos. Some online casinos contend higher payback percentages in the servicing of function gismo games, and some indite common payout disposition audits on their websites. Assuming that the online casino is using an fittingly programmed indefinitely epitomize up generator, note games like blackjack call for an established congress edge. The payout slice business of these games are established gone and forgotten the rules of the game.
Assorted online casinos promise spirit or achieve a victory their software from companies like Microgaming, Realtime Gaming, Playtech, Worldwide Prank Technology and CryptoLogic Inc.

HINO DE ITAQUI

I

Somos filhos do Sul e dos ventos;
Cavaleiros do pago sem jaça;
Sentinelas da Pátria que atentos,
Já mostraram a fibra da raça.
Hoje, paz e trabalho enaltecem
Nossa terra querida, Itaqui.
Mil espigas, nos campos, florescem;
Mil amores, no rio Cambaí.


Estribilho

Da memória teu nome não sai,
Que da pedra nasceste, Itaqui!
És legenda do Rio Uruguai,
Das areias do rio Ibicuí!
Tens o verde, amarelo e azul
Das coxilhas do sol e do céu...
Sob a luz do Cruzeiro do Sul, )
O gaúcho quebrando o Chapéu. )bis

II

Se preciso, ouvirás o tropel
De teu filho garboso que avança
Dando rédeas Brasil - ao corcel,
Teu emblema na ponta da lança!
Pouco importa, lutando se cai
Pela Pátria, teu filho, Itaqui!
Mais um verso terás, Uruguai,
Mais areias, oh! rio Ibicuí!

Estribilho
É lamentável que não se tenha o Hino de nossa cidade gravado com a música original. Aqui, á seguir uma entonação do mesmo:

Passeio pelas ruas do Itaqui

Um vídeo que mata a saudade do ausente de Itaqui Para copiar o vídeo para o computador clicar aqui

Pesquise aqui

Google
 
1br.Biz
Aos organizadores da Casilha da Canção Farrapa em nosso Itaqui

VÍDEOS: ITAQUI e MUNDO

Loading...

EARTH GOOGLE

** É necessário ter o Earth Google instalado no computados, se tiver basta escolher o link e clicar no mesmo. Se não tiver clique aqui
* Rio Uruguai - Níveis e permanência

Governadora Itaqui também merece

Governadora Itaqui também merece
Itaqui também precisa de obras para se desenvolver, não é só mais um município arrecadador.

ANA CAROLINA E SEU JORGE - É ISSO AI